24.11.12

Conhecendo os produtos

Saboroso e saudável, Brigadeiro Brasileiro utiliza ingredientes de qualidade certificados por uma das maiores fabricantes de chocolate, o belga Callebaut.
O tradicional doce brasileiro presente desde as memórias de nossa infância ganha aqui sua versão sofisticada com variação de sabores e texturas.





A mistura de iguarias nacionais e exóticas presente em nossos Doces Gourmet.
Para quem gosta de provar sabores característicos.


Cremoso, macio e doce ... não poderia faltar em nossas receitas!

15.7.12

Novos e deliciosos sabores


... hummm chocolate ao leite com damasco e flor de laranjeira ...

chocolate ao leite com pimenta

chocolate ao leite e café

14.11.11

Para o brigadeiro, o céu é sempre de brigadeiro!

O doce ganhou o nome de brigadeiro em 1945 durante a campanha política do Brigadeiro Eduardo Gomes (1896-1981), que disputava a Presidência da República com Eurico Gaspar Dutra (1883-1974).
Além de leite condensado, achocolatado e manteiga, o docinho original levava gemas de ovo no recheio e açúcar cristal no lugar do granulado. O "doce do brigadeiro" era feito por simpatizantes do militar como forma de angariar fundos e conquistar a simpatia dos eleitores. Não funcionou. Gomes perdeu para Dutra, mas o doce nunca mais saiu da mesa dos brasileiros.


O consumo atual no país é estimado em 10 milhões de unidades por mês.
       
Doce genuinamente brasileiro, o brigadeiro sempre esteve associado   às festinhas de crianças. Com o seu refinamento, ele começa a ser servido também em casamentos, chás da tarde, eventos corporativos e até ceias de Natal.

São poucos chefs confeiteiros no Brasil dedicados única e exclusivamente ao brigadeiro gourmet – que exige chocolates e manteigas europeus, de primeira linha.

No  caso do chocolate, a acidez do cacau tem de ser alta, de forma a garantir a sensação de sabor amargo. O cacau selecionado representa apenas 10% dos frutos produzidos no mundo. Sua produção depende do solo (vulcânico, rico em enxofre, por exemplo) ao manuseio do fruto (depois de partida a casca, a semente tem de ser processada em, no máximo, 24 horas, para evitar a oxidação).

Quanto à manteiga, ela tem de ser bem gorda. Em geral, as manteigas são compostas de 82% de gordura.  As utilizadas nos brigadeiros gourmet têm 84%. Essa pequena diferença muda a textura do brigadeiro, deixando-o mais cremoso. Já o leite condensado preferido de dez entre dez chefs confeiteiros é o tradicional Moça.


17.8.11

A origem do cacau

O cacaueiro cresce em regiões de floresta pluvial da América Latina, do Peru até o México. Foi citado pela primeira vez na literatura botânica por Charles de l' Ecluse que a descreveu como Cacao fructus.
Botânicos acreditam que o cacau é originário das cabeceiras do rio Amazonas, tendo se expandido por duas direções principais: Criollo (em direção ao norte para o rio Orinoco, penetrando América Central e sul do México) e Forastero (na bacia amazônica, em direção as Guianas).
Quando os primeiros colonizadores espanhóis chegaram a América, o cacau já era utilizado pela civilização Olmeca nas terras baixas do Golfo do México em 1.500 a.C. Pouco tempo depois foi cultivado pelos Astecas, Toltecas e Maias. Em Puerto Escondido, Honduras, arqueólogos encontraram vestígios de uma plantação datada de 1.100 a 1.400 a. C.
De acordo com os historiadores o cacaueiro que se desenvolvia naturalmente entre as florestas, chamado kabkaj, era considerado sagrado. No México os Astecas acreditavam em sua origem divina e o profeta Quatzalcault ensinara ao povo como cultivá-lo tanto para o alimento quanto para embelezar os jardins da cidade de Talzitapec. Seu cultivo era acompanhado de solenes cerimônias religiosas.
Das sementes fazia-se uma bebida amarga chamada kabkajatl geralmente temperada com cravo e pimenta. Resíduos encontrados numa peça de cerâmica maia de Río Azul na Guatemala sugerem que já era utilizado como bebida no ano 400 d.C.
Os índios consideravam as sementes de cacau tão valiosas que as usavam como moeda. O imperador Montezuma costumava receber anualmente 200 xiquipils (aproximadamente 1,6 milhão de sementes, o equivalente a 30 sacas de 60 quilos) como tributo da cidade de Tabasco.
"Abençoado dinheiro, que fornece uma doce bebida e é benefício para a humanidade, protegendo os seus possuidores contra a infernal peste da cobiça, pois não pode ser acumulado por muito tempo, nem escondido nos subterrâneos." (Martyr, 1530)

Dictionnaire de botanique by Henri Ernest Baillon et all

Esse significado religioso provavelmente influênciou o botânico sueco Carolus Linnaeus (1707-1778) que nomeou a planta como Theobroma cacao em 1753, chamando-a de "alimento dos Deuses".